• Slide - BeerManiacs
  • Slide - BeerManiacs
  • Slide - BeerManiacs
PRODUTOS QUALITY maniacs@beermaniacs.com.br

BeerManiacs

ESPECIAIS BRANDS (41) 3084 9700

Nova cerveja Maniacs Summer chega a todo território nacional

Data: 31/10/2017

Fonte: https://brejada.com/nova-cerveja-maniacs-summer-chega-todo-territorio-nacional-nesta-semana/#.WfnR4hNSyi4

 

Com mais de 3 mil pontos de venda em todo Brasil, o lançamento da Maniacs Brewing Co. traz aromas e sabores do verão para o mês de novembro

 

Tendo a inovação como parte da identidade da marca, a equipe da Maniacs Brewing Co. realiza nesta semana o lançamento da Maniacs Summer. Trata-se da terceira cerveja de linha anual da cervejaria, que já conta também com outras nove cervejas de caráter sazonal.

Celebrando o primeiro ano de inauguração da cervejaria própria, a Maniacs Brewing Co. une a maturidade de 12 anos de experiência no mercado de cervejas artesanais com a ousadia e criatividade que projetaram para a marca. O resultado, conforme sugere o slogan da Maniacs, são cervejas feitas por loucos por cerveja, para loucos por cerveja.

Antes de chegar à versão final, a Maniacs Summer realizou três fases de pré-lançamento com sua versão em chopp. A primeira durante a Oktoberfest Paraná 2017, realizada em Curitiba (PR); na sequência no Mondial de la Biere, no Rio de Janeiro; e no evento Mesa São Paulo, na capital paulistana. Agora em lançamento oficial, as latas e garrafas da Maniacs Summer já começam a chegar a bares e restaurantes nas cinco regiões do Brasil. No total, serão mais de 3 mil pontos de venda atingidos.

Conheça a Maniacs Summer

A Maniacs Summer tem o objetivo de ser uma celebração cervejeira ao nosso clima tropical. Feita com maltes de cevada e centeio, ela aposta em aromas e sabores do verão. O resultado é uma Pale Ale dourada clara, com 4,7% de ABV, leve amargor, muito aroma e personalidade. Produzida artesanalmente para Loucos por Summer, ela mira no público que quer curtir o verão sem abrir mão de sabor e qualidade.

A Maniacs Summer chega aos principais bares, restaurantes e supermercados no início de novembro, em garrafas de 300ml e latas de 350ml (com preço de entrada de R$6,90 em supermercados e R$9,90 em bares e restaurantes), bem como chopp em barris descartáveis, que abastecerão restaurantes e bares cervejeiros de todo país.

As latas contam com a inovadora caixa Maniacs Cooler Box, que recentemente ganhou premiação nacional de melhor embalagem do país. A Cooler Box se transforma em cooler que recebe até 2 quilos de gelo, podendo ser levada diretamente à praia, churrasco e demais ocasiões de consumo.

“Esse lançamento reforça o nosso compromisso em trazer variedade, com caráter artesanal, explorando ingredientes e estilos adequados ao clima brasileiro. Cada vez mais os consumidores estão preocupados com o que usam, comem e bebem. No segmento de cervejas artesanais eles têm essa visibilidade. Sabem o nome do cervejeiro, o tipo do lúpulo usado, qual o prato que melhor harmoniza, o copo e a temperatura ideal. É essa experiência agradável que queremos cada vez mais proporcionar aos nossos clientes, com cervejas bem feitas e acessíveis”, destaca Iron Mendes, CEO da Maniacs Brewing Co.

Confira o teaser de lançamento da nova marca : https://www.facebook.com/maniacsbrew/videos/1402364113223713/

 

Portfólio completo da Maniacs

A nova cerveja vem para agregar diversidade à marca, junto com as Maniacs NITRO Stout, Red e IPA (com adição de nitrogênio para uma maior cremosidade) e as sazonais Maniacs Saison, IPA 6, IPA 9, IPA 12, Wit e Yankee (uma New England IPA).

André Oliveira “Guaxupé”, gerente nacional da marca, enfatiza o compromisso da Maniacs Brewing Co. em produzir cervejas com personalidade, adequadas ao clima e cultura gastronômica brasileiros, porém com alta drinkability: “Com o lançamento da Maniacs Summer incluímos ao portfólio uma cerveja leve, porém com personalidade, ideal para nosso clima tropical. Ela é muito saborosa e aromática, difícil beber uma só”.


Entrevista com Harviestoun Brewery

Fonte: http://www.beersofeurope.co.uk/news/harviestoun-brewery-qa/

 

Você é curioso para saber sobre as pessoas que estão por trás da cerveja que você compra? Ou talvez o que inspira os cervejeiros para fazer uma boa cerveja?  

 Essa semana conversaremos com a Harviestoun Brewery que estão aninhados no sopé dos montes Ochil na aldeia de Alva 

 

Quem é você e o que você faz? 

Meu nome é Scott Ferguson, eu sou o Gerente de Desenvolvimento de negócios para o Oeste da Escócia e do Noroeste da Inglaterra (popularmente falando ‘vendedor de cerveja’) 

 

Quando que o seu amor por cerveja começou? 

Eu sempre gostei de cerveja, até as comerciais. Quando comecei a trabalhar meio período com 16 anos, uma das primeiras coisas que comprei foi uma toca de cerveja e um neon da corona, encaminhado de Hong-Kong.... Minha mãe rapidamente me baniu do Ebay quando ambos chegaram no mesmo dia. Eu diria que comecei a me interessar no meu primeiro ano de faculdade. Estudei história na universidade, nada relacionado diretamente a cerveja, ou fabricação, eu só era um apaixonado pelo ramo, eu não consegui o trabalho na Harviestoun de primeira, pois era um vendedor que trabalhava casualmente com outras cervejarias. Um ano após isso, a Harviestoun me deu a chance. 

 

Qual foi a inspiração para começar a cervejaria?  

Tudo começou em 1983 com um homem chamado Ken Brooker. Ele tinha um galpão de jardim de tamanho substancial, onde preparava sua própria cerveja. Após isso começou a fazer noites de degustação para seus amigos, a notícia se espalhou, e rapidamente se tornou o convite mais cobiçado da cidade. Ken entregava convites e escutava os feedbacks que eram entregues a ele, fazendo seu progresso em sua qualidade e sabor da bebida. Depois de fazer isso por alguns anos, Ken comprou uma fazenda de 200 anos de idade, que pouco a pouco tornou-se uma Cervejaria Funcional.   

 

Qual é a história por trás do nome da cervejaria e a logo? 

Harviestoun é o nome de um pedaço da ilha, bem perto da fazenda original, e onde está localizada a cervejaria atualmente. Nossa logo é Harvie um rato, basicamente, antes que a saúde e segurança reclamem, havia alguns ratos na cervejaria fazenda que roubavam a cevada. Tinha um particularmente que nós não conseguimos pegar, e admirando sua coragem, adotamos ele como mascote!  

 

Aonde você vê, ou espera ver, a cervejaria em 5 anos? 

Acredito que iremos passo a passo no canal Premium, especialmente com nossa Schiehallion lager de oficio e com o nosso novo rótulo Harviestoun Stout. Enquanto nossa gama de originais continuará a ser o principal foco, e com razão, nós também temos produtos fantásticos em desenvolvimentos que irá adicionar a sensação de prestígio de Harviestoun e nos dar maior agilidade em uma categoria sempre em movimento. Mais e mais empresas estão se abrindo para a cerveja de qualidade e a ideia de uma Lager britânica ou Stout no lugar de algumas das mais mainstream. Já trabalhamos com alguns dos mais prestigiados hotéis, bares e restaurantes do país, então temos uma plataforma brilhante para trabalhar em cima.     

 

Olhando para o futuro, qual são as novidades que podemos esperar da Harviestoun nos próximos meses? 

Nós estamos lançando uma nova gama de cervejas em barril esse ano, The Mischief -  o coletivo para um  bando de ratos - e basicamente será a cervejaria correndo solta. Estaremos lançando cervejas como Ugli Fruit IPA e a Royal Tokaii , uma Pale Ale maturada em barril.  

 

Tem alguma cervejaria em que vocês possam se influenciar? 

Se eu estou sendo honesto, nós fazemos nosso próprio trabalho e somos vistos como pioneiros do ramo desde os primórdios, particularmente quando o assunto é barril envelhecido. Nós conversamos sobre coisas bacanas e interessantes que outras cervejarias vêm trabalhando em cima, pois cerveja boa é cerveja boa, não importando se é nossa ou não. Mas não somos tão influenciados ao ponto de copiar e fazer algo semelhante. Em termos de admiração, se continuarmos na Grã-Bretanha, tenho há muito tempo pela Titanic Brewery e Thronbridge. Na Escócia, eu pessoalmente gosto muito de tomar cervejas da Fallen e da Cromarty.   

 

O que você acha que faz uma boa cerveja? 

Para mim boa cerveja tem que ter começo, meio e fim. Tem que ter bom aroma e gosto, tendo uma sensação boa dentro da boca, descendo a garganta e dar um gosto prazeroso logo após.  

 

Qual foi sua primeira cerveja e aonde você experimentou? 

Eu posso me lembrar vagamente roubando goles de uma garrafa de Miller em uma festa quando eu tinha 7 ou 8 anos. Grande noite! 

 

Qual é o seu estilo de cerveja favorito? 

Eu não consigo me ver recusando uma IPA suculenta. Há também muitos estilos bons em algumas cervejarias a serem discutidos, mas eu me vejo constantemente voltando para Stone’s Ruination. 

 

Qual foi a coisa mais juvenil que fez enquanto estava bêbado? 

Alguns anos atrás fiquei bêbado em um parque com um monte de hooligans. Eu estava andando inocentemente para comprar algumas cervejas quando eles nos convidaram para beber junto com eles. Eles eram bem amigáveis, porém olhando em retrospectiva tinha muito potencial para dar errado. 

 

Qual é a melhor parte do seu trabalho? 

Conheci muitas pessoas que são apaixonadas por cerveja assim como eu. Também viajei algumas vezes, conheci partes do país que nunca estive antes. 

 

Obrigado Scott pela entrevista.


As Sidras chegaram, mas será que para ficar?

Fonte: http://blogs.uai.com.br/paoecerveja/as-sidras-chegaram-ao-brasil-para-ficar/

 

Quem nunca ouviu falar, e nunca torceu o nariz para a bebida ” sidra”? Ela é mal vista por aqui, até porque o pouco contato que todos têm com a bebida vem de um único rótulo, apresentado ao Brasil por imigrantes italianos, cuja qualidade é questionável.Por causa dessa marca única no mercado, sempre associada aos brindes de fim de ano em mesas menos abastadas, ao ouvir o nome Sidra o brasileiro bate o martelo ao afirmar que trata-se de uma bebida ruim, vagabunda, uma imitação fuleira de champagne e outros atributos nada simpáticos. E deixa de ter uma experiência nova interessante. Tomar sidra pode se transformar em novo hábito dos brasileiros, sabia? Elas estão chegando com força por aqui e estão sendo produzidas artesanalmente, no rastro de um movimento internacional alavancado pelos Estados Unidos.

Esqueça  o sabor que você acha conhecer de sidras. Elas não são bebidas docinhas, parecidas com um suco de maçã de merenda escolar. Isso é o padrão imposto pela tal marca única conhecida no mercado brasileiro. As sidras que estão chegando ao mercado, seja importadas ou feitas artesanalmente por aqui, são secas, refrescantes, saborosas e pouco doces. Uma delícia para as tardes de verão super quentes que já se anunciam!

Origem

O nome ” sidra” vem da palavra hebraica shekar,  que quer dizer bebida forteVariantes dessa palavra foram usadas em diferentes civilizações, como na Babilônia – Sikaru, na Grécia – Sikera, Império Romano – Sicera. Como em italiano a bebida é chamada de Sidro e foi por meio de imigrantes italianos que ela chegou ao Brasil, por aqui recebe o nome de Sidra, com S e não com C, como muitos confundem. Cidra, com C, é o fruto da cidreira.

Sidra é o fermentado de maçãs. E pela legislação brasileira só pode ser chamada de sidra a bebida feita 100% da fruta. Caso entrem outras frutas, como peras ou pêssegos ou abacaxi, só pode ser rotulada como bebida mista. Na preparação dela a fermentação é inteiramente natural e para que isso aconteça, sem intervenções  e inoculações de outros tipos de fermento, as maçãs precisam ser perfeitas. Não em formato ou tamanho. Perfeitas no sentido de integridade. Elas não podem estar quebradas, com a polpa exposta, porque seriam uma fonte para bactérias, o que atrapalharia ou até impediria a fermentação. Também é essencial que não tenham sido cultivadas com uso de produtos químicos, ou seja, precisam ser frutas orgânicas. A sidra industrializada brasileira, a da marca única, são feitas com maçãs de descarte, despedaçadas, já meio apodrecidas, sem padrão. Por isso é uma bebida tão barata.  

Estatísticas

Na França se produz sidras em diferentes regiões, sendo a principal próximo ao país Basco, e para cada uma delas há diferença no perfil, umas mais doces, outras mais secas. Grã-Bretanha também é um grande centro produtor, vindo de lá algumas das importadas que temos visto por aqui, como a irlandesa Magners, que nos chega nos sabores tradicional, cerejas e peras. Mas é nos Estados Unidos que temos visto um florescer da cultura da sidra. Para que você tenha ideia, estatísticas traçadas pela Associação Norte-americana de Produtores de Sidra mostram que em 2013, quando a associação foi fundada, havia 96 produtores. Em 2014 o número pulou para 274. No ano seguinte já havia 724 americanos produzindo sidra e até junho de 2016 a associação contava com 1330 membros. 

 

As Épo

Três versões para as primeiras sidras artesanais do Brasil, produzidas pela Cia Morada Etílica

Já as sidras artesanais brasileiras pioneiras vêm do visionário e sempre genial André Junqueira, da Cia Morada Etílica de Curitiba ( ele já deu as caras por aqui). Desde meados de 2016 estão no mercado as ÉPO ( nome brasileirês para ” apple”), sidras pensadas por ele e produzidas dentro da vinícola Cia Piagentini, em Caxias do Sul. Todo o processo, desde a colheita das maçãs até o engarrafamento da bebida fermentada, é feito lá, sob a orientação do próprio Junqueira. Segundo ele, “a vontade de beber uma boa sidra seca e refrescante, em um copão cheio de gelo”, foi o que o levou a encontrar um jeito de produzir, já que no mercado não havia nada nem parecido. Ainda de acordo com Junqueira, ele nunca achou que seria fácil introduzir o conceito da bebida por aqui: ” sempre soube que seria um desafio comercialmente falando, por conta da falta de conhecimento do público a respeito do produto, e que muitos esperariam um perfil “infantil” de bebida doce e tal, o q obviamente eu não faria.” E não fez mesmo! As sidras ÉPO são deliciosas e refrescantes, tal qual foram idealizadas! Elas são produzidas em três versões: Hibi, com abacaxi e hibiscus; Ambu, que passa por maturação em barril de Amburana e Hop, com adição de lúpulos americanos ( um cruzamento claro com a cerveja).

Mesmo não sendo uma bebida ainda bem reconhecida pelo público brasileiro , anotem aí que 2017 pode trazer belas surpresas se o assunto for Sidra. Não tenha medo de experimentar, porque todo o conceito que você pode ter da bebida vem de equívocos. Acredite, sidra chegou e quer ter o seu lugar ao sol!

 


2º Campeonato Brasileiro de Sommelier de Cerveja

Lista das Cervejas degustadas na Semi-Final, e também a cerveja que fechou com chave de ouro foi a Ola Dubh 18 !

Confira a lista das 8 Cervejas da Semi-Final:

1. Fuller’s London Pride - Special Bitter / 2. Weihenstephaner Vitus - German Weizenbock / 3. Fantôme Hiver - French & Belgian Saison / 4. Paulaner Salvator - Doppelbock / 5. Chimay Rouge - Belgian Dubbel / 6. Anchor Breckle’s Brown - American Brown Ale / 7. BrewDog Libertine Black Ale - American Black Ale / 8. Courage Imperial Stout - Russian Imperial Stout

http://www.institutodacerveja.com.br/noticias/veja-quais-foram-as-cervejas-degustadas-as-cegas-no-2o-campeonato-brasileiro-de-sommelier-de-cerveja


Spiegelau Série Craft Beer

A BeerManiacs apresenta Spiegelau Série Craft Beer. Copos projetados especialmente para contemplar as características únicas de cada estilo de cerveja, usando as mais requintadas matérias-primas. 

http://www.guiagphr.com.br/novidadesMercadoDetalhe.asp?iid=11408


Morada Cia Etílica empilhando prêmios

No Festival Brasileiro de Cerveja 2015 - Blumenau SC. Na categoria Rótulos de Linha, quem levou a melhor foi a cervejaria Morada Cia Etílica. Ela conquistou os dois primeiros lugares com os rótulos Double Vienna Brut e Double Vienna.
 

facebook.com/moradaciaetilica